Luiz Antônio Simas escreve dezessete sentenças poéticas, uma para cada orixá, de Exu a Oxalá. A inspiração vem dos orikis, versos curtos e densos recitados para evocar orixás e ancestrais, que condensam em poucas palavras uma característica, uma lição, um modo de estar no mundo. Simas traz esse gesto para o poema: "a afiada faca / quando não / fere flora", diz Ogum inteiro em sete palavras. Um breve livro de poemas de terreiro, como o próprio autor define.
A história de como ele chegou até aqui é das que a gente gosta de contar. Simas passou pelo nosso stand na Bienal do Pantanal, conheceu a coleção, e nos presenteou com este conjunto de poemas. Foi assim, de um encontro, que Xirê virou o livro que encerra a série de plaquetes Coisas ainda sem nome.
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Capa com Cantinga de Candomblé (Xirê), de Syanne Oliveira.
Coordenação editorial de Bianca Resende e Febraro de Oliveira.
Projeto gráfico de Febraro de Oliveira.
Preparação de Bianca Resende.
28 páginas, 21x14 cm, papel Pólen Bold 90g.
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Pré- venda até dia 20/10.
Previsão de envio: a partir do dia 25/10.
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